A Social Line se especializou como empresa captadora de recursos e eventos para corporações e em especial para o terceiro setor.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
LIBERADOS OS CREDITOS DA NOTA FISCAL PAULISTA
O governo do Estado de São Paulo depositou nesta terça-feira (26/4) R$ 279,28 milhões em repasses de ICMS para os 645 municípios paulistas. O repasse feito pela Secretaria da Fazenda corresponde ao montante arrecadado no período de 18 a 20 de abril. Os valores correspondem a 25% da arrecadação do imposto, que são distribuídos às administrações municipais com base na aplicação do Índice de Participação dos Municípios (IPM) definido para cada cidade.
Os municípios paulistas já receberam R$ 903,22 milhões em repasses lançados em 12 e 19/4, referentes à arrecadação dos períodos de 4 a 8/4 e 11 a 15/4, respectivamente. Com os depósitos efetuados nesta terça-feira, o valor acumulado distribuído às prefeituras no mês de abril sobe para R$ 1,18 bilhão.
Em abril, a Secretaria da Fazenda estima em R$ 1,46 bilhão o montante de recursos a ser repassados aos municípios paulistas no mês até a 1ª semana de maio. O governo realiza depósitos semanais, sempre até o segundo dia útil de cada semana, conforme prevê a Lei Complementar nº 63. Os repasses são resultado da aplicação do IPM de cada cidade sobre 25% do total efetivamente arrecadado na semana anterior. As consultas dos valores podem ser feitas no endereço: https://www.fazenda.sp.gov.br/RepasseConsulta/Consulta/repasse.aspx.
No primeiro trimestre de 2011 a Secretaria da Fazenda já depositou R$ 4,82 bilhões às prefeituras. Em quatro repasses realizados em janeiro os créditos somaram R$ 1,49 bilhão. No mês de fevereiro foram realizados quatro depósitos no valor total de R$ 1,44 bilhão. Em março foram creditados mais de R$ 1,87 bilhão, no total de cinco repasses aos municípios paulistas.
Em 2010, em 52 depósitos realizados, o Governo de São Paulo repassou às prefeituras do Estado o total de R$ 18,2 bilhões. Os valores globais podem ser conferidos no site da Secretaria da Fazenda, no tópico Municípios e Parcerias ou especificados por município na página Repasse de Tributos.
Os valores semanais transferidos aos municípios paulistas variam em função dos prazos de pagamento do imposto fixados no regulamento do ICMS. Dependendo do mês, pode haver até cinco datas de repasses. As variações destes depósitos oscilam conforme o calendário mensal, os prazos de recolhimento e o volume dos recursos arrecadados. A agenda de pagamentos está concentrada em até 5 períodos diferentes no mês, além de outros recolhimentos diários, como por exemplo, os relativos à liberação das operações com importações.
Os repasses aos municípios são liberados de acordo com os respectivos Índices de Participação dos Municípios, conforme determina a Constituição Federal, de 5 de outubro de 1988. Em seu artigo 158, inciso IV está estabelecido que 25% do produto da arrecadação de ICMS pertencem aos municípios, e 25% do montante transferido pela União ao Estado, referente ao Fundo de Exportação (artigo 159, inciso II e § 3º).
Os índices de participação dos municípios são apurados anualmente (artigo 3°, da LC 63/1990), para aplicação no exercício seguinte, observando os critérios estabelecidos pela Lei Estadual nº 3.201, de 23/12/81, com alterações introduzidas pela Lei Estadual nº 8.510, de 29/12/93.
(Fonte - Secretaria da Fazenda do Estado de SP)
sexta-feira, 1 de abril de 2011
CAPTAÇAO DE RECURSOS ATRAVES DE NOTA FISCAL PAULISTA
A Nota Fiscal Paulista, criada em outubro de 2007, integra o Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal do governo do Estado de São Paulo e reduz, de fato, a carga tributária individual dos cidadãos, que recebem créditos ao efetuarem compras de mercadorias em São Paulo. Os consumidores que solicitam o documento fiscal e informam o seu CPF ou CNPJ recebem até 30% do ICMS efetivamente recolhido pelo estabelecimento comercial, proporcional ao valor da sua nota.
O programa conta com mais de 10,1 milhões de participantes cadastrados e, desde seu início, mais de 11,5 bilhões de documentos fiscais foram registrados na Fazenda.
No total, a Nota Fiscal Paulista já devolveu aos consumidores mais de R$ 3,3 bilhões, seja por meio de créditos em conta corrente ou poupança, que acumulam R$ 2,9 bilhões, ou nos 27 sorteios já realizados, que distribuíram mais de R$ 400 milhões em prêmios.
As entidades de assistência social e de saúde já receberam R$ 25,5 milhões em créditos, R$ 8,7 milhões em sorteios e R$ 8,8 milhões em doações. Esta movimentação totaliza R$ 43 milhões!
A SOCIAL LINE faz essa captação de notas fiscais para as entidades assistenciais, em uma escala maior, com colocação de urnas e coletas nos estabelecimentos, contatos com redes de lojas e digitação das notas fiscais no site atraves de software proprio.Trabalhamos ha dois anos auxiliando entidades de SP e interior.
Entre em contato com - mariza.socialline@gmail.com
sábado, 12 de março de 2011
EVENTOS PARA O TERCEIRO SETOR
Os movimentos de ajuda mútua em escala mundial demonstram que as pessoas estão preocupadas umas com as outras cada vez mais: aqueles que têm mais estão ajudando aqueles que têm menos.
A maior parte das organizações sem fins lucrativos existe para prover a população de serviços básicos, tais como saúde, educação, dentre outros. Algumas organizações, além de proverem serviços, estão voltadas para a promoção da cidadania e para a luta por determinados direitos. Como exemplos, cabe mencionar as fundações, instituições e organizações sem fins lucrativos voltadas para a ação na comunidade.
A melhor maneira de saber qual o tipo de eventos de angariação de fundos e indicada para determinada entidade é através de pesquisa. E a Social Line faz esse trabalho para garantir o sucesso e a finalizacao satisfatoria do evento.
A Social Line organiza eventos beneficentes ( jantares, shows, festas tematicas,palestras, cursos,etc) para captaçao de recursos para o terceiro setor em diversas cidades do estado de Sao Paulo.
Contato - mariza.socialline@gmail.com
A maior parte das organizações sem fins lucrativos existe para prover a população de serviços básicos, tais como saúde, educação, dentre outros. Algumas organizações, além de proverem serviços, estão voltadas para a promoção da cidadania e para a luta por determinados direitos. Como exemplos, cabe mencionar as fundações, instituições e organizações sem fins lucrativos voltadas para a ação na comunidade.
A melhor maneira de saber qual o tipo de eventos de angariação de fundos e indicada para determinada entidade é através de pesquisa. E a Social Line faz esse trabalho para garantir o sucesso e a finalizacao satisfatoria do evento.
A Social Line organiza eventos beneficentes ( jantares, shows, festas tematicas,palestras, cursos,etc) para captaçao de recursos para o terceiro setor em diversas cidades do estado de Sao Paulo.
Contato - mariza.socialline@gmail.com
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
OS PREMIOS DA NOTA FISCAL PAULISTA PARA DEZEMBRO
Nota Fiscal Paulista sorteará R$ 1 milhão na extração de Natal. O prêmio especial foi anunciado pelo secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, Mauro Ricardo Machado Costa, durante o evento de comemoração de três anos em que realizou um balanço do programa. Com esta alteração, o sorteio especial de Natal distribuirá o total de R$ 18,1 milhões em prêmios aos consumidores.
Na extração de dezembro os três prêmios principais serão de R$ 1 milhão, R$ 120 mil e R$ 80 mil. Os usuários cadastrados no programa concorrem também a mais 300 prêmios de R$ 1.000; mil de R$ 250, 15.000 de R$ 50, 76.303 de R$ 20 e 1.407.394 de R$ 10. O consumidor que pede a Nota Fiscal Paulista e ainda não se cadastrou tem até 25 de novembro para efetuar seu cadastro no site da Secretaria da Fazenda, aderir ao regulamento e garantir sua participação no 25º sorteio, a extração de Natal. Os usuários que já estão cadastrados não precisam repetir a operação, a participação nos sorteios é automática.
O programa Nota Fiscal Paulista já distribuiu R$ 3.910.753.084,84 em créditos e R$ 334.800.000,00 relativos a prêmios nos 23 sorteios realizados desde sua criação em outubro de 2007. O sistema chega ao seu terceiro ano com 9.348.010 de consumidores cadastrados, mais de 10 bilhões de documentos fiscais emitidos por 643 mil estabelecimentos comerciais.
A SOCIAL LINE tem estrutura para esse projeto, na captação de recursos para entidades assistenciais que são beneficiadas com a Nota Fiscal Paulista.
Trabalhando atualmente em S.Paulo e Campinas, a SOCIAL LINE contribui para que as entidades sociais recebam créditos desse projeto criado pelo Governo do Estado, além de organizar eventos beneficentes e captar patrocinios.
Na extração de dezembro os três prêmios principais serão de R$ 1 milhão, R$ 120 mil e R$ 80 mil. Os usuários cadastrados no programa concorrem também a mais 300 prêmios de R$ 1.000; mil de R$ 250, 15.000 de R$ 50, 76.303 de R$ 20 e 1.407.394 de R$ 10. O consumidor que pede a Nota Fiscal Paulista e ainda não se cadastrou tem até 25 de novembro para efetuar seu cadastro no site da Secretaria da Fazenda, aderir ao regulamento e garantir sua participação no 25º sorteio, a extração de Natal. Os usuários que já estão cadastrados não precisam repetir a operação, a participação nos sorteios é automática.
O programa Nota Fiscal Paulista já distribuiu R$ 3.910.753.084,84 em créditos e R$ 334.800.000,00 relativos a prêmios nos 23 sorteios realizados desde sua criação em outubro de 2007. O sistema chega ao seu terceiro ano com 9.348.010 de consumidores cadastrados, mais de 10 bilhões de documentos fiscais emitidos por 643 mil estabelecimentos comerciais.
A SOCIAL LINE tem estrutura para esse projeto, na captação de recursos para entidades assistenciais que são beneficiadas com a Nota Fiscal Paulista.
Trabalhando atualmente em S.Paulo e Campinas, a SOCIAL LINE contribui para que as entidades sociais recebam créditos desse projeto criado pelo Governo do Estado, além de organizar eventos beneficentes e captar patrocinios.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
PROJETO NOTA FISCAL PAULISTA PARA ENTIDADES ASSISTENCIAIS
Por meio da parceria entre as secretarias de Assistência e Desenvolvimento Social (Seads) e da Fazenda, as entidades paulistas de assistência social e saúde sem fins lucrativos podem receber doações relativas a documentos fiscais de consumidores que não quiserem informar o CPF na nota, além de aproveitar os créditos do programa Nota Fiscal Paulista. Para isso, elas devem estar cadastradas no Sistema Pró-Social, da Seads, e depois se inscreverem no sistema da NOTA FISCAL PAULISTA.
A SOCIAL LINE trabalha com o Projeto da NOTA FISCAL PAULISTA, desde a sua criação em Maio de 2009, auxiliando entidades da região de Campinas e S.Paulo. Toda a operação engloba a captação de estabelecimentos comerciais, colocação de urnas, assim como a separação e digitação dos cupons no site da Secretaria da Fazenda.
Segundo pesquisa realizada pelo IBGE (2006), a maior parte das entidades de assistência social (59,5%) é financiada principalmente por recursos privados (que englobam recursos próprios, privados e contribuição voluntária). Outras 32,6% têm como principal fonte de financiamento os recursos públicos; 2,1% recebem primordialmente recursos provenientes de outros países; e 5,1% são financiadas por outros tipos de recursos.
O cliente que desejar fazer a doação tem dois caminhos:
1) o consumidor não coloca o seu CPF na hora da compra e, depois que chegar em casa, cadastra o cupom fiscal na NFP em favor da entidade;
2) informa o seu CPF na nota, aguarda a liberação do crédito e depois repassa à instituição, sem limite de valor. O site para fazer a transferência é o http://www.nfp.fazenda.sp.gov.br/
onde poderá obter também maiores informações sobre o Projeto.
A SOCIAL LINE esta ao dispor das entidades assistenciais que desejarem otimizar essa parceria, para arrecadação de fundos através da NOTA FISCAL PAULISTA, ou para qualquer trabalho de captação de recursos e patrocínios.
Email: mariza.socialline@gmail.com
A SOCIAL LINE trabalha com o Projeto da NOTA FISCAL PAULISTA, desde a sua criação em Maio de 2009, auxiliando entidades da região de Campinas e S.Paulo. Toda a operação engloba a captação de estabelecimentos comerciais, colocação de urnas, assim como a separação e digitação dos cupons no site da Secretaria da Fazenda.
Segundo pesquisa realizada pelo IBGE (2006), a maior parte das entidades de assistência social (59,5%) é financiada principalmente por recursos privados (que englobam recursos próprios, privados e contribuição voluntária). Outras 32,6% têm como principal fonte de financiamento os recursos públicos; 2,1% recebem primordialmente recursos provenientes de outros países; e 5,1% são financiadas por outros tipos de recursos.
O cliente que desejar fazer a doação tem dois caminhos:
1) o consumidor não coloca o seu CPF na hora da compra e, depois que chegar em casa, cadastra o cupom fiscal na NFP em favor da entidade;
2) informa o seu CPF na nota, aguarda a liberação do crédito e depois repassa à instituição, sem limite de valor. O site para fazer a transferência é o http://www.nfp.fazenda.sp.gov.br/
onde poderá obter também maiores informações sobre o Projeto.
A SOCIAL LINE esta ao dispor das entidades assistenciais que desejarem otimizar essa parceria, para arrecadação de fundos através da NOTA FISCAL PAULISTA, ou para qualquer trabalho de captação de recursos e patrocínios.
Email: mariza.socialline@gmail.com
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
CAPTAÇÃO DE RECURSOS
A primeira idéia que vem à mente das pessoas quando se pensa em captação de recursos é a de se trata de captação de dinheiro. Muito embora a questão financeira seja sempre o carro-chefe das tarefas negociativas de qualquer organização, a ciência de buscar recursos envolve, ou pode envolver – simultaneamente ou não, dinheiro, tecnologias, cessão de pessoal qualificado, equipamentos, infra-estrutura, etc.
Várias são as fontes originais de recursos: governo municipal, governo estadual, governo federal, estatais, bancos, empresas privadas, agências de financiamento, fundações e institutos privados, nacionais e internacionais.
No Brasil, a prática da responsabilidade social, está sendo cada vez mais difundida e praticada. Cerca de dez milhões de brasileiros e brasileiras estão realizando serviços voluntários de assistência social. Estudos realizados pelo Ministério do Planejamento, através do IPEA, mostram que mais da metade das empresas brasileiras, participam ou exercem alguma ação social.
Identificar fontes de financiamento, elaborar boas propostas, obter recursos para viabilizar as obras sociais, implantar de forma eficiente os projetos e prestar contas às instituições ou pessoas doadoras. Estas são as etapas a serem percorridas, todas imprescindíveis para quem tem a direção de uma organização não-governamental.
A captação de recursos financeiros, salvo as exceções, ainda está sendo desenvolvida no Brasil de forma amadorística. Na realidade, a preocupação com a formação de recursos humanos especializados na angariação de recursos financeiros ainda é muito recente e somente agora está dando os seus primeiros passos. Basta ver que somente agora começaram a surgir nas Universidades e nas escolas de administração do País oferta de cursos específicos no terceiro setor.
Nos Estados Unidos, por exemplo, para a promoção do desenvolvimento social, existe um vasto universo de profissionais treinados e instituições capacitadas em captação de recursos. As técnicas utilidades para esta atividade, que no idioma inglês denomina-se "fund raising", foram desenvolvidas desde o início do século XX. Já em 1920, os Estados Unidos começaram a ter cursos superiores de administração neste campo.
Anualmente, é realizado neste país um congresso internacional de captadores de recursos, evento que permite a troca de experiências, informações e a difusão de novas tecnologias. Este encontro, que reúne gente de todo o mundo, é organizado pela Association of Fundraising Professionals - AFP, instituição norte-americana fundada em 1935.
Pesquisa realizada pela Universidade norte-americana John Hopkins e pelo Instituto Superior de Estudos da Religião - ISER, concluiu que o terceiro setor brasileiro, apesar das dificuldades encontradas, já movimenta 20 bilhões de reais, a cada ano, e gera 1,5 milhões de empregos, em um universo de 250.000 organizações não-governamentais.
Custódio Pereira, em seu livro intitulado Captação de Recursos, enfatiza os desafios enfrentados pelas organizações brasileiras sem fins lucrativos para obter dinheiro que lhes permitam desenvolver o trabalho social.
Segundo ele, "tendo em vista que qualquer forma de captação de recursos passa pelo doador, seja ele pessoa física ou jurídica, deve-se ter em mente que para levar o doador a tomar a decisão de contribuir para uma causa ou organização é preciso sensibilizá-lo, convencê-lo da necessidade e da importância de sua contribuição. E para convencê-lo, é preciso conhecer os fatores que podem motivá-lo a doar e influir em sua decisão de contribuir para uma causa".
No Brasil, foi criada a Associação Brasileira de Captadores de Recursos - ABCR (www.abcr.com.br ) , que tem como missão promover, desenvolver e regulamentar a atividade de captação de recursos, com o objetivo de apoiar o Terceiro Setor na construção de uma sociedade melhor.
Instituições públicas, bancos, fundações e empresas privadas, no Brasil e no exterior, dispõem-se a financiar projetos sociais. O sucesso na obtenção dos recursos vai depender, fundamentalmente, da qualidade dos projetos e da competência com que é executado o processo de negociação. É imprescindível, obviamente, que as propostas estejam adequadas às prioridades dos financiadores.
Clareza quanto ao foco do público-alvo, metas bem definidas, riqueza dos materiais informativos, imagem positiva, bons contatos, referências anteriores, filosofia altruísta e os bons valores da entidade solicitante serão os grandes aliados para o êxito na captação dos recursos financeiros.
Outro ingrediente essencial para a continuação do sucesso na angariação de doações dependerá da satisfação ao doador, através do envio de relatórios e informações sistemáticas dos resultados da aplicação dos recursos. É necessário explicar e mostrar claramente os efeitos positivos dos projetos em andamento e os já concluídos.
Isto proporciona transparência e responsabilidade da entidade solicitante, fazendo com que aumentem as chances de manutenção e crescimento da obtenção de recursos. Os financiadores e doadores querem e merecem a devida prestação de contas. Afinal de contas, eles demonstraram acreditar na causa e na lisura da administração da entidade.
A tarefa de buscar financiamentos exige, portanto, competência e técnicas próprias. Quem procura captar recursos para uma organização não governamental, sem fins lucrativos, deve preparar-se de forma profissional. Quem procura recursos não pode apresentar-se como quem busca caridade, e sim como representante de uma entidade que irá utilizar o dinheiro e o apoio recebido de forma eficiente e responsável.
Compensa ler o que dizia o estadista norte-americano Benjamin Franklin, sobre a melhor política para arrecadar fundos. Convém prestar atenção ao seu pensamento, por ser tão atual nos tempos de hoje como foi no ano de 1750.
Dissertando sobre a maneira mais efetiva de obter doações para uma boa causa, Franklin disse: “Meu conselho é que ao solicitar donativos você principie por aqueles que você tem certeza que farão uma doação, por menor que seja. Em seguida, peça àqueles sobre os quais você não tem certeza de que darão alguma coisa, mas apresentando-lhes a lista do que já contribuíram. Finalmente, não descarte aqueles que você tem certeza de que não contribuirão com nada, porque em alguns casos você estará equivocado.”
A primeira idéia que vem à mente das pessoas quando se pensa em captação de recursos é a de se trata de captação de dinheiro. Muito embora a questão financeira seja sempre o carro-chefe das tarefas negociativas de qualquer organização, a ciência de buscar recursos envolve, ou pode envolver – simultaneamente ou não, dinheiro, tecnologias, cessão de pessoal qualificado, equipamentos, infra-estrutura, etc.
Várias são as fontes originais de recursos: governo municipal, governo estadual, governo federal, estatais, bancos, empresas privadas, agências de financiamento, fundações e institutos privados, nacionais e internacionais.
No Brasil, a prática da responsabilidade social, está sendo cada vez mais difundida e praticada. Cerca de dez milhões de brasileiros e brasileiras estão realizando serviços voluntários de assistência social. Estudos realizados pelo Ministério do Planejamento, através do IPEA, mostram que mais da metade das empresas brasileiras, participam ou exercem alguma ação social.
Identificar fontes de financiamento, elaborar boas propostas, obter recursos para viabilizar as obras sociais, implantar de forma eficiente os projetos e prestar contas às instituições ou pessoas doadoras. Estas são as etapas a serem percorridas, todas imprescindíveis para quem tem a direção de uma organização não-governamental.
A captação de recursos financeiros, salvo as exceções, ainda está sendo desenvolvida no Brasil de forma amadorística. Na realidade, a preocupação com a formação de recursos humanos especializados na angariação de recursos financeiros ainda é muito recente e somente agora está dando os seus primeiros passos. Basta ver que somente agora começaram a surgir nas Universidades e nas escolas de administração do País oferta de cursos específicos no terceiro setor.
Nos Estados Unidos, por exemplo, para a promoção do desenvolvimento social, existe um vasto universo de profissionais treinados e instituições capacitadas em captação de recursos. As técnicas utilidades para esta atividade, que no idioma inglês denomina-se "fund raising", foram desenvolvidas desde o início do século XX. Já em 1920, os Estados Unidos começaram a ter cursos superiores de administração neste campo.
Anualmente, é realizado neste país um congresso internacional de captadores de recursos, evento que permite a troca de experiências, informações e a difusão de novas tecnologias. Este encontro, que reúne gente de todo o mundo, é organizado pela Association of Fundraising Professionals - AFP, instituição norte-americana fundada em 1935.
Pesquisa realizada pela Universidade norte-americana John Hopkins e pelo Instituto Superior de Estudos da Religião - ISER, concluiu que o terceiro setor brasileiro, apesar das dificuldades encontradas, já movimenta 20 bilhões de reais, a cada ano, e gera 1,5 milhões de empregos, em um universo de 250.000 organizações não-governamentais.
Custódio Pereira, em seu livro intitulado Captação de Recursos, enfatiza os desafios enfrentados pelas organizações brasileiras sem fins lucrativos para obter dinheiro que lhes permitam desenvolver o trabalho social.
Segundo ele, "tendo em vista que qualquer forma de captação de recursos passa pelo doador, seja ele pessoa física ou jurídica, deve-se ter em mente que para levar o doador a tomar a decisão de contribuir para uma causa ou organização é preciso sensibilizá-lo, convencê-lo da necessidade e da importância de sua contribuição. E para convencê-lo, é preciso conhecer os fatores que podem motivá-lo a doar e influir em sua decisão de contribuir para uma causa".
No Brasil, foi criada a Associação Brasileira de Captadores de Recursos - ABCR (www.abcr.com.br ) , que tem como missão promover, desenvolver e regulamentar a atividade de captação de recursos, com o objetivo de apoiar o Terceiro Setor na construção de uma sociedade melhor.
Instituições públicas, bancos, fundações e empresas privadas, no Brasil e no exterior, dispõem-se a financiar projetos sociais. O sucesso na obtenção dos recursos vai depender, fundamentalmente, da qualidade dos projetos e da competência com que é executado o processo de negociação. É imprescindível, obviamente, que as propostas estejam adequadas às prioridades dos financiadores.
Clareza quanto ao foco do público-alvo, metas bem definidas, riqueza dos materiais informativos, imagem positiva, bons contatos, referências anteriores, filosofia altruísta e os bons valores da entidade solicitante serão os grandes aliados para o êxito na captação dos recursos financeiros.
Outro ingrediente essencial para a continuação do sucesso na angariação de doações dependerá da satisfação ao doador, através do envio de relatórios e informações sistemáticas dos resultados da aplicação dos recursos. É necessário explicar e mostrar claramente os efeitos positivos dos projetos em andamento e os já concluídos.
Isto proporciona transparência e responsabilidade da entidade solicitante, fazendo com que aumentem as chances de manutenção e crescimento da obtenção de recursos. Os financiadores e doadores querem e merecem a devida prestação de contas. Afinal de contas, eles demonstraram acreditar na causa e na lisura da administração da entidade.
A tarefa de buscar financiamentos exige, portanto, competência e técnicas próprias. Quem procura captar recursos para uma organização não governamental, sem fins lucrativos, deve preparar-se de forma profissional. Quem procura recursos não pode apresentar-se como quem busca caridade, e sim como representante de uma entidade que irá utilizar o dinheiro e o apoio recebido de forma eficiente e responsável.
Compensa ler o que dizia o estadista norte-americano Benjamin Franklin, sobre a melhor política para arrecadar fundos. Convém prestar atenção ao seu pensamento, por ser tão atual nos tempos de hoje como foi no ano de 1750.
Dissertando sobre a maneira mais efetiva de obter doações para uma boa causa, Franklin disse: “Meu conselho é que ao solicitar donativos você principie por aqueles que você tem certeza que farão uma doação, por menor que seja. Em seguida, peça àqueles sobre os quais você não tem certeza de que darão alguma coisa, mas apresentando-lhes a lista do que já contribuíram. Finalmente, não descarte aqueles que você tem certeza de que não contribuirão com nada, porque em alguns casos você estará equivocado.”
Fonte: Portal do Meio Ambiente - Helio de Carvalho Matos
sexta-feira, 30 de julho de 2010
SOCIAL LINE
A organização de captação de recursos é uma atividade complexa, que só pode ser executada com sucesso a partir de um planejamento minucioso. O trabalho começa com o plano estratégico e se desdobra em incontáveis ações táticas, todas elas envolvendo os serviços especializados de diversos parceiros.
A SOCIAL LINE é uma empresa que atende a varias corporações e igualmente ao terceiro setor, na captação de recursos, patrocinios e eventos, disseminando a realidade da participação ativa em responsabilidades sociais. As próprias instituições atualmente ja são mais exigentes e percebem que apenas com assistencialismo, filantropia e voluntariado não irão progredir.
A perspectiva de crescimento atual na area de captação de recursos é enorme, tanto do número de profissionais quanto do investimento no terceiro setor(*).
Neste Blog apresentaremos nosso trabalho, assim como reportagens e matérias que digam respeito ao Terceiro Setor e a eventos em geral, e que possam de alguma forma transformar em conhecimento tudo o que aqui for publicado.
(*) - O terceiro setor é constituído por organizações sem fins lucrativos e não governamentais, que tem como objetivo gerar serviços de caráter público.
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